COMUNIDADE QUILOMBOLA SE REÚNE COM PROCURADOR DA REPÚBLICA

Reunião contou com a presença dos responsáveis pelo projeto que prevê a construção de condomínio na região 

O Procurador da República Leandro Mitidieri, que levantou uma série de questionamentos sobre o EIA/Rima aprovado pelo Inea, justificou o agendamento da reunião para elucidar as dúvidas e esclarecer informações de denúncias sobre a regularidade da obra. Beth Fernandes, representante da comunidade quilombola de Baía Formosa, apontou os riscos ambientais de uma possível salinização do lençol freático da região, podendo impactar diretamente as nascentes do território quilombola, além dos impactos na fauna e flora dos alagados da Marina.

Os responsáveis pelo empreendimento Aretê apresentaram o estudo realizado, porém o procurador solicitou a realização de um novo estudo para garantir que a obra não afete as nascentes e a comunidade quilombola, cumprindo determinações da Convenção 169. O procurador Leandro Mitidieri questionou porque o estudo de impacto não constava a presença de uma comunidade tradicional na região da construção.  Os representantes da empresa responderam que não haveria risco de impactos para essa população.

Procurador solicita realização de estudos de impactos

 

O procurador exigiu que o grupo Oportunity realize o estudo e análise do lençol freático para garantir que a comunidade quilombola de Baía  não seja atingida com essas obras. O grupo se reuniu, às 14hs, no Golfe Clube para a com o poder público, Procuradoria Pública Federal, representantes do empreendimento e a sociedade civil para que dúvidas acerca da obra que está sendo realizada pelo Grupo na região da Marina/Alagados. A obra está  expandindo o canal da Marina e o levando até o Golfe Clube, além da construção de condomínios na área.

 

 

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